quinta-feira, 20 de julho de 2017

Túnel do Tempo (parte 152). “Lá se vão…” Quem aparece no retrato?


Hoje é quinta-feira, dia do Quadro Túnel do Tempo!

A fotografia cedida para o espaço "Túnel do Tempo" de hoje é datada nos anos 80. ‘Retrato’ na Missa do Vaqueiro - com a sua inseparável sanfona.

Depois, passado tanto tempo da história. Vamos tentar identificá-los. Quem aparece no retrato?

Se você tem uma foto do fundo do baú nos envie para postagem neste quadro pelo e-mail jdapodiario@hotmail.com ou pelo WhatsApp 9.9451-0465.

"Cobre, busque, lute. Sejamos a própria mudança", destaca Vereador

“Seja a mudança que você quer ver na sua cidade”.

O dia de ontem, quarta-feira (19 de julho de 2017) nos ensinou muito bem isso, declara Gilvan Alves.

Parafraseando a famosa frase de Mahatma Gandhi - “Seja a mudança que você quer ver no mundo” que acreditamos no seu mais profundo significado. Pra gente, transformar vidas é transformar o mundo em um lugar melhor.

As pessoas normalmente pensam que a mudança parte do outro e assim esperam as coisas acontecerem: o irmão ceder, o governo melhorar, o carro do lado dar passagem, mas a realidade é que a mudança tem que partir de cada um de nós.

Para isso, é preciso ter autoconfiança, determinação e estar preparado para a vida, coisas que a gente constrói dia a dia, passo a passo. Seja com um passo de cada vez, mas vá fazendo sua parte devagarinho.

E para fazer essa diferença em Apodi é preciso também ter coragem. Mas não aquela coragem que todos estão acostumados de embates e batalhas, mas a coragem vinda do próprio significado da palavra “agir com o coração” esse sim é o verdadeiro ato de coragem.

Por isso, continue crescendo e se aperfeiçoando. Inspire amigos, parentes, conhecidos, desconhecidos, pessoas que precisam desse suporte, passe adiante a transformação que acontece com você.

“Sejamos a mudança, a diferença e o progresso. Vamos cobrar, buscar e lutar, somente assim, teremos um município e um país melhor”, destaca Alves.

“Parabéns Apodi e região, pela união e maturidade. Agora, existem outras várias lutas que devem ser travadas, por todos, coletivamente, todas elas em prol da garantia dos nossos direitos”, acrescenta o vereador.

Robinson pode fazer uma dieta no seu secretariado

Quem arrodeia o governador Robinson Faria tem percebido que ele está tentando reduzir o peso do desgaste de seu governo.

O governo tem muitos secretários pesados que promovem mais problemas que soluções. Tem gente querendo mandar mais que ele. A informação é do blog do Primo.

O soldado Vasco tomou conhecimento que a lamborada será grande. O governador quer cortar gorduras para deixar o governo mais leve e solto visando a eleição do ano que vem.

Amigos têm dito ao governador que continuando com esses pesados o governo continuará atolado. Tem que mandar os pesos pesados embora enquanto é tempo.

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STTR de Apodi contra o fechamento do HRHMM. Nenhum direito a menos!



Na manhã desta quarta-feira (19) ocorreu em Apodi, grande mobilização, contra o fechamento do Hospital Regional Hélio Morais Marinho.

No último dia 8 de julho o governo estadual assinou o Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, junto ao Ministério Público do Trabalho, Procuradoria de Justiça e Ministério Público para elaborar um cronograma de desativação de vários Hospitais Regionais. 

A sociedade Apodiense e região não aceita essa medida perversa do Governador Robinson Farias e foi às ruas para dizer que o HOSPITAL DE APODI NÃO VAI FECHAR!

Família Maçônica participa do protesto contra a redução dos serviços do HRHMM



Na manhã desta quarta-feira (19), uma grande quantidade de pessoas saíram às ruas da nossa cidade, Apodi-RN, em protesto ao fechamento do Hospital Regional Hélio Morais Marinho, que há 30 anos presta serviços essenciais a população da referida cidade e da região oeste norte rio-grandense.

A nossa família maçônica, sem sobra de dúvida, apoia a causa do Hospital e juntamente com toda a população apodiense esteve presente, onde contou com a representação de todas as instituições que a fazem parte, como Loja Maçônica Vale do Apodi - nº 17, o Capítulo Príncipe Vale do Apodi - nº 97, o Castelo Excalibur do Apodi nº - 11, o Bethel 07 – Princesas do Vale e Clube de Samaritanas Martinha Torres.

Toda a família está mobilizada para ajudar na causa e junto com a população conseguiremos reverter essa triste realidade que é o fechamento do nosso Hospital.

T.'.F.'.A.'.
ARLS "Vale do Apodi"

Clique AQUI e acompanhe os trabalhos da família maçônica apodiense.


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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Um exemplo para Apodi




Vereadores trabalham 24 dias por ano

Do G1/PB

Os nove vereadores de Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba, trabalham apenas 24 dias por ano, em média, e somam um salário de R$ 42 mil, segundo os dados do sistema Sagres, do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). A jornada reduzida de trabalho está prevista no regimento interno da Casa, elaborado em 1990. O documento prevê recesso de seis meses nas atividades parlamentares.

De acordo com o calendário de sessões, em 2017 os vereadores trabalharam em fevereiro, março e abril, e ficam em recesso até setembro, quando trabalham novamente até o mês de novembro.

Nos meses de trabalho, há apenas uma sessão por semana, nas sextas-feiras. Para isso, os vereadores de Baía da Traição recebem um salário mensal de R$ 3.500, o que daria o valor de R$ 1.750 por dia de trabalho. O presidente da casa recebe o dobro do valor.

A população de Baía da Traição comentou sobre o assunto e alguns moradores disseram, em entrevista à TV Cabo Branco, não estar muito satisfeitos com a situação. “Assim é uma vida boa demais”, comenta o pescador Francisco José Alcântara.

“Eu não ganho isso trabalhando todo dia, porque eles ganham trabalhando só um dia? É justo?”, questiona a agente administrativa Elisabete Falcão.

Na última legislatura, a vereadora Luiza Dantas (DEM) tentou apresentar um projeto para reduzir o tempo de recesso pela metade, mas o projeto não entrou na pauta de votações. Reeleita, a parlamentar disse que vai tentar novamente.

“Nós temos que mostrar o nosso trabalho. Realmente o salário que a gente ganha pelo expediente que a gente dá, por 180 dias de férias, é um absurdo”, disse.

Segundo o 1º secretário da câmara, vereador José Roberto da Silva (PRB), a pauta deve ser debatida quando a Casa voltar do recesso, no dia 1º de setembro. “Desde 1990 que temos este recesso aqui e o presidente da câmara disse que quando voltar do recesso apresentaria o projeto e com certeza aprovaria”, explicou.

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Manifestação em defesa do Hospital Regional reúne milhares de pessoas em Apodi


Dezenas de servidores, técnico-administrativos do Hospital Regional Hélio Morais Marinho, juntamente com a sociedade civil organizada de Apodi e região Oeste realizaram na manhã desta quarta-feira (19) uma manifestação em frente ao Hospital Regional Hélio Morais Marinho em protesto contra o fechamento da unidade hospitalar.


A população apodiense saiu às ruas para protestar contra o Governador Robinson Faria (PSD) e defender com justiça e dignidade, seus próprios direitos assegurados pela Constituição Federal.


O protesto começou às 8h da manhã com concentração em frente ao Hospital Regional. Na ocasião, os manifestantes seguiram em caminhada pelas principais ruas e interditaram a rodovia federal BR – 405 por cerca de uma hora nas proximidade do semáforo.

Os apodienses precisam mobilizar e unir cada vez mais a cidade, pois o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo governo estadual, sem sequer discuti-lo com a sociedade e prefeituras, caminha para asfixiar ainda mais municipalidades e maltratar sobremodo a clientela assistida – mesmo que precariamente.


A decisão precisa ser tratada com o mínimo de humanidade, respeito e racionalidade. Readequar hospital noutro formato – sem de fato preparar a comunidade para essa mudança – é decisão draconiana.


Após auditoria operacional sobre a rede hospitalar da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) sugeriu a revisão quantitativa e qualitativa da rede de hospitais estaduais, deixando claro em seu relatório final que há a necessidade de transformação de hospitais regionais em unidades de atenção primária.

Revisão quantitativa significa “redução”, “diminuição”. O governo não vai ampliar ou criar novos hospitais regionais, isso é claríssimo.

Veja íntegra AQUI do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que o estado assinou com Ministério Público do RN (MPRN) e Ministério Público do Trabalho (MPT). Nela não existe faz-de-conta ou acrobacias com palavras e frases.


Pelo menos sete hospitais regionais do Rio Grande do Norte vão perder esse status. Vão mudar de nomenclatura e também de foco, com maior atuação na atenção básica. Mas o enxugamento não para por aí.

O Governo Robinson Faria (PSD) comunica-se mal e age mais ainda.

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Tem gente com lupa na mão

Um minucioso mapeamento político está sendo feito em todos os municípios do Rio Grande do Norte.

Mapeamento é diferente da pesquisa, ele mostra a movimentação das correntes políticas. A informação é do blog do Renato Dantas.

Sua sondagem também revela o nível de engajamento da galera com seus preferidos...

O soldado Vasco teve acesso a primeira etapa do mapeamento que foi feito numa região tranquila sem muitos confrontos.

O resultado é surpreendente em todos os sentidos... Outras regiões estão sendo mapeadas.

O último mapeamento que foi feito no Rio Grande do Norte foi fechado há 23 anos, num domingo, dia 01 de maio de 1994, dia do falecimento do piloto Ayrton Senna.

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terça-feira, 18 de julho de 2017

Como ficou o remanejamento orçamentário na câmara

E como ficou a votação da LDO - Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2018 na Câmara Municipal de Apodi?

Algum vereador colocou emendas que encarta, limitando o índice de remanejamento no mesmo valor que é de 3%. Ou foi aumentado?

Se ficar assim, fica mais fácil pra os parlamentares fiscalizarem e garantir que nosso dinheiro seja aplicado da forma correta.

O Brasil não tem futuro. Vá embora enquanto é tempo

Se você leu o título desse artigo e discordou, talvez seja funcionário público com alto salário, passou em concurso nepotista, acomodado derrotista, político ou militante beneficiado, ganhou na loteria ou é só um iludido patriota. Se for, ainda assim é bem provável que, quando chegar ao final do artigo, concorde que o Brasil não tem futuro. O conselho: “vá embora” não serve para todos. O que você vai ler não é pessimismo, é realismo. Nem todos têm a habilidade de aceitar.

Rodrigo Batalha – Escritor e Consultor 
Baseado em documentos desde a colonização, Paulo Prado (1928) descreve os últimos cinco séculos no Brasil. Leia com muita atenção aos detalhes.

“Três séculos tinham trazido o país a essa situação lamentável… O mal, porém, roía mais fundo. Os escravos eram terríveis elementos de corrupção no seio das famílias. Viviam na prática de todos os vícios…. Desdobrou-se esta terra com grande desaforo: as usuras, onzenas, e ganhos ilícitos eram cousa ordinária; os amancebamentos públicos sem emenda alguma, porque o dinheiro fazia suspender o castigo; os estupros e adultérios: eram moeda corrente….Pequeno núcleo, enfim, de devassidão, indisciplina e viver desregrado, desenvolvendo em plena anarquia moral e social os gérmens de desmoralização e depravação de costumes trazidos da metrópole já decadente… Era essa a sociedade informe e tumultuada que povoava o vasto território cem anos depois de descoberto”.

O que mudou nesses 500 anos? Muita coisa. Para pior. Somos líderes em quase tudo que é lamentável: violência, impostos, desemprego, taxa de juros, dívida interna, corrupção, políticos bandidos, mazelas sociais, hipocrisia, analfabetismo, pobreza farta, demagogia, infraestrutura caótica, foros privilegiados, estelionato, egoísmo, proselitismo, impunidade, saúde débil, fiscalização fraudulenta, nepotismo, clientelismo e desigualdade. O responsável por tudo isso? Você, eu, nós. Brasileiros que, assim como outros milhões nos últimos 400 anos, nutriram com seu voto otimista uma classe de criminosos de colarinho branco, baseados num patriotismo tipo amor bandido. O Brasil sempre foi uma estrebaria.

O físico Albert Einstein dizia: “heroísmo no comando, violência sem sentido e toda a detestável idiotice que é chamada de patriotismo: eu odeio tudo isso de coração”. Sim, porque o país também precisa amar e respeitar seu cidadão, e não apenas o contrário, como queria Kennedy. Se Einstein, que foi um gênio, tivesse morado no Brasil do PT, PMDB, PSDB, PSOL, PCdoB, PP e de um Judiciário tão depravado como o nosso, teria criado a Teoria da Imoralidade Geral.

Olhar para os lados com medo de assalto e sequestro, sacar dinheiro escondendo a carteira, cinco meses de suor e tributos, ministros que subjugam as leis, partidos que protegem estupradores, presidente que frauda eleição e operação policial, balas perdidas, 99% de imprensa parcial, coligações que roubam o povo, sequestros, políticos criminosos impunes, super salários inconstitucionais. Entenda e creia: nada disso é normal.

O brasileiro apenas se acostumou, assim como um pássaro, que deveria ser livre, se acostuma ao cárcere. O que você chama de patriotismo entenda como ‘amor à escravidão’. Vício nefasto de uma cultura que se orgulha de samba, futebol e feijoada ao invés de desenvolvimento, segurança e bem-estar.

Afinal, o que é a vida, senão a busca por sobrevivência e felicidade? Se o seu país não oferece nenhuma contrapartida de seu amor, dedicação, suor e fidelidade, por que continuar fiel?

Quantos e mais quantos morrem lentamente graças à incompetência de um Estado corrupto? Isso é ser patriota?

E se um outro país te oferece tudo o que você sempre sonhou, mesmo não sendo cidadão nativo: saúde, respeito, educação, segurança, direitos, paz, qualidade de vida e tranquilidade? Como explicar o patriotismo, que Einstein, não por acaso, tanto odiava?

A vida é fugaz. Até que ponto vale a pena entregar décadas de sangue, esforço, lágrimas e otimismo a uma localização geográfica e hábitos culturais, quando esta (cultura política e ética) desde o século XVI, só faz trair os mais singelos desejos vitais de seus cidadãos? Responda: até que ponto? Sim, eu sou como você, também amo o Brasil. Mas infelizmente nossa sociedade não está integralmente preparada para mudar. Enquanto isso vivemos em eterna apreensão, estado de alerta e revolta. Estamos arruinando a saúde em nome de quem?

Joaquim Nabuco dizia que ‘o verdadeiro patriotismo é o que concilia pátria com humanidade’. Onde? O que queremos não acontecerá em tempo. Não aconteceu até hoje. Antes disso é preciso sobreviver com um pouco de dignidade e respeito de um outro Estado?

Lembre o que disse um dia Diogo Mainardi há 15 anos atrás: “Futuro? Que futuro? O Brasil não tem futuro. Daqui a quinze anos estaremos no mesmo buraco de agora”. Ele estava errado: estamos piores. Se o patriotismo é ‘o último refúgio dos canalhas’, como disse Samuel Johnson, ouça um conselho: se nos últimos 500 anos nada mudou, vá embora enquanto é tempo. Seu maior bem é sua vida. A Pátria você deixa pros canalhas terminarem de destruir.

Por Rodrigo Batalha

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Vereadores visitam prédios públicos


O Vereador Gilvan Alves (AVANTE) ao lado dos colegas vereadores estiveram visitando as repartições públicas nos bairros São Sebastião e Cohab.

A visita aconteceu nesta segunda feira (17), foram visitadas inicialmente, a casa onde funciona o Centro de Atenção Psicossocial - (CAPS) e o Centro de Saúde (SESP) do município.

Após os parlamentares serem questionados por um munícipe, a comitiva realizou visita em loco, onde puderam questionar e conhecer a realidade destas unidades.

“Na oportunidade, pudemos questionar, conhecer e se informar melhor sobre os serviços, demandas, estoques e estrutura que ambas as unidades possuem a disposição do povo apodiense”, frisou Gilvan.

Os vereadores irão percorrer todo o município no decorrer do ano, para estar ciente das necessidades dos munícipes em suas comunidades.

Seminário inédito no TCE debate questão das obras paralisadas e inacabadas no RN nesta quarta-feira

A questão das obras paralisadas e inacabadas no Rio Grande do Norte, alvo de um levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado, será o foco do I Seminário Integrado de Controle Externo, a ser realizado nesta quarta-feira, dia 19 de julho, no auditório do TCE. Essa é uma nova proposta que, além de apresentar os dados investigados pela equipe técnica, abre espaço para discussão e busca de solução para um problema que resulta em prejuízo para a sociedade. No Estado, foram monitoradas 313 obras nesta condição, o que representa um potencial dano ao erário na ordem de R$ 308 milhões.

O Seminário Integrado de Controle Externo – Obras Paralisadas e Inacabadas reunirá diversas instituições que vão apresentar seu posicionamento sobre uma situação considerada grave, além de, numa proposta até então inédita, discutir estratégias que apontem soluções. Assim, além do TCE, o encontro contará com participações de representantes da Controladoria Geral da União, Caixa Econômica Federal, Secretarias de Estado do Planejamento e das Finanças (SEPLAN) e Infraestrutura (SIN), Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) e Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), no debate de temas que vão desde diretrizes do Plano Plurianual e Lei de Diretrizes Orçamentárias até convênio e o que diz a Lei de Responsabilidade Fiscal sobre obras.

Trata-se de uma tentativa de mudança de cenário. De acordo com o levantamento do TCE, abrangendo todas as prefeituras do Rio Grande Norte, além de secretarias estaduais e órgãos da administração estadual indireta, foram cadastradas obras nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Habitação, Esporte e Lazer; Abastecimento de Água; Drenagem e Pavimentação; Esgotamento Sanitário; Turismo; Estradas e Pontes: Urbanização e Outras (Abatedouros, Parque de Exposição, Terminal Pesqueiro...); ou seja, setores de grande repercussão nas comunidades onde estão inseridas.

Ainda de acordo com o levantamento, os principais fatores que causaram a interrupção das obras foram: atraso ou suspensão dos repasses de responsabilidade do Governo federal: falta de recursos próprios estaduais; adequação de projetos e/ou planilhas junto a órgão federal; inadequação á legislação sanitária/ambiental; abandono da obra por parte da empresa contratada. A principal fonte dos recursos financeiros alocados para a execução das obras públicas foi a União Federal, representando 58% (cinquenta e oito por cento), seguindo-se recursos estaduais, na ordem de 37,2% (trinta e sete inteiros e dois décimos por cento), e municipais, correspondentes a 4,8% (quatro inteiros e oito décimos por cento).

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PMDB: o fisiologismo e a corrupção de um partido que não teve nenhum presidente eleito diretamente


EDITORIAL / FOLHA SP

O senso comum apontará o PT, decerto, como o partido mais devastado pela Lava Jato e por escândalos de corrupção diversos — o que, dada a projeção nacional de seus expoentes atingidos, será impressão das mais razoáveis.

É interessante observar, todavia, o que acontece com a mais enraizada das legendas nacionais, o PMDB, cuja resistência se deve, no mais das vezes, ao poder de caciques e oligarquias locais.

Deixe-se de lado, por um momento, a batalha do presidente Michel Temer para se manter no cargo; as agruras peemedebistas, assim como o poder político da sigla, são bem mais descentralizadas.

Conforme noticiou esta Folha, nada menos que dez presidentes de diretórios regionais do PMDB (alguns licenciados) são alvos de inquéritos ou processos, sob suspeita de corrupção ou outros crimes.

Desse grupo, Geddel Vieira Lima (BA) cumpre prisão domiciliar, e Henrique Eduardo Alves, preventiva. Ambos foram ministros do governo Temer.

Todos são nomes fortes na economia interna do partido, a exemplo de Eunício Oliveira (CE), presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Jader Barbalho (PA) e Jorge Picciani (RJ).

Faça-se a ressalva óbvia e necessária de que, nesta etapa, não há culpa estabelecida de nenhum dos listados. Ainda assim, a amplitude dos casos não deixa de ser reveladora dos rumos tomados pela sigla ao longo de décadas.

Nascido como oposição consentida ao regime militar, o antigo Movimento Democrático Brasileiro reunia ideologias e grupos heterogêneos, sob o denominador comum de combate ao autoritarismo.

Depois de naufragar em sua primeira experiência de governo nacional, com José Sarney, o PMDB se manteve forte no Legislativo, nos Estados e nos municípios. Ao longo dos anos, tornou-se epítome do vazio programático e do fisiologismo que grassam na vida partidária do país.

Quem quer que ocupasse o Planalto, o PMDB emprestava seu peso, ou parte dele, à sustentação do governo, em troca de cargos e verbas. Tal capacidade de adaptação deriva do DNA da sigla, um conglomerado de líderes regionais a atuar com ampla liberdade, reduzida coordenação e nenhuma ascendência uns sobre os outros.

Pelos mesmos motivos, dificilmente se verá entre peemedebistas a iniciativa de punir dirigentes que incorram em malfeitos. Os próximos anos dirão se isso será um trunfo ou uma fraqueza.

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Produção de arroz vermelho no Vale do Apodi

Vale do Apodi é destaque na produção de arroz vermelho. Foto: Francimar Câmara

O Vale do Apodi é destaque na região Nordeste pelo cultivo do arroz vermelho, variedade que tornou-se rara em nosso país desde que a Coroa Portuguesa proibiu seu cultivo, em 1772.

Como à metrópole interessava apenas a variedade branca, a determinação da Coroa levou a cultura do arroz vermelho a migrar para a região do semiárido, onde a variedade pode ser encontrada até hoje, principalmente nos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba.

Francimar Câmara mostra plantação de arroz vermelho no Trapiá.
Os agricultores do Vale do Apodi realizam adubação adequada, com o uso de adubos nitrogenados e matéria orgânica, o que ajuda a destacar as propriedades físicas do solo e aumentar sua fertilidade.

Lembramos ainda da importância da boa qualidade da água para a produção. A salinidade e a toxicidade são aspectos que os produtores precisam observar em cada fase de desenvolvimento da cultura, pois o desequilíbrio desses fatores pode gerar danos severos ao cultivo.

No Vale do Apodi a maior parte dos produtores utiliza o processo de irrigação por inundação. Estima-se que a produtividade média da safra do ano passado foi de 4.900 quilos por hectare de arroz vermelho.

O arroz representa a terceira maior cultura cerealífera do mundo, ultrapassada apenas pelo milho e trigo. A variedade vermelha foi introduzida no Brasil pelos portugueses no século XVI, a partir do território que atualmente compreende o estado da Bahia, e prosperou onde hoje é o Maranhão, até que seu cultivo foi proibido no século XVIII.

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Senador Garibaldi Alves visita Apodi

Eleições 218

O Senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) está em Apodi para participar do lançamento do programa ID Jovem realizado pela Secretaria Municipal de Juventude Esporte e Lazer com a presença de Assis Filho Secretário Nacional de Juventude.

O lançamento do programa ID Jovem acontece na Casa de Cultura Popular Walter de Brito Guerra.

Beneficiando jovens de 15 a 29 anos de idade, pertencentes à família com renda mensal de até dois salários mínimos e inscritos no Cadastro Único do Governo Federal, o Programa Identidade Jovem, ou simplesmente ID Jovem, possibilita acesso aos benefícios de meia-entrada em eventos artístico-culturais e esportivos, como também a vagas gratuitas ou com desconto no sistema de transporte coletivo interestadual.

“Em Apodi, na apresentação do Secretário Nacional da Juventude, Assis Filho, sobre o programa Identidade Jovem”, escreveu Garibaldi.

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Clube de leitura Leia mulheres terá segunda apresentação em Apodi

O projeto tem como objetivo valorizar a leitura de obras produzidas por mulheres.

Ler mais escritoras. Esse é o objetivo do Leia mulheres que surgiu em 2014 após iniciativa da escritora britânica Joanna Walsh. No ano passado, como forma de trazer à tona a desigualdade de gênero na literatura, ela propôs promover um equilíbrio por meio da criação de um projeto, que teria como foco ler e discutir apenas obras produzidas por mulheres.

“Por que editamos, publicamos, traduzimos, divulgamos, estudamos, discutimos menos a produção de ficção e de não ficção de mulheres? O que fazer para mudar isso? Ler as obras de escritoras, valorizar outras profissionais mulheres do mundo editoria”, escreveu Joanna no perfil oficial do projeto nas redes sociais.

#SaveTheDate!

A Casa de Cultura Popular - Palácio Soledade, berço dos artistas e da cultura popular Apodiense será palco para o encontro do LeiaMulheresApodi-RN.

“Sejamos todos feministas” – Chimamanda Ngozi Adichie.



As mediadoras serão: Patrícia e Poliana Raposo e Maressa Libna.

Atenção, Mulheres!

Salvem esta data, programem-se e venham ler e construir o protagonismo literário feminino das guerreiras Apodienses!

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Mobilização tenta manter Hospital de Apodi funcionando


Movimento de servidores com atuação no Hospital Regional Hélio Morais Marinho – HRHMM defendem nesta quarta feira, 19, a continuidade de seu funcionamento.

Está sendo organizado um protesto que vai começar em frente ao próprio hospital, a partir das 8h.

A mobilização é contra o fechamento do Hospital Regional Hélio Morais Marinho – HRHMM.

Vista sua camiseta preta e participe!

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Indicação de vereador será atendida e serviço de pavimentação chegará às ruas no Distrito de Melancias

Os moradores do Distrito de Melancias finalmente têm o que comemorar. No último dia 12 de julho, o Vereador Charton Rêgo recebeu a resposta do Gabinete do Executivo sobre a Indicação 143/2017 que pede a pavimentação das principais ruas do Distrito de Melancias.

Outra Indicação 052/2017 o edil propôs a revitalização da rede de esgoto da Rua Vereador Domingos Freire de Freitas. “A capinagem foi realizada, logo, aguardamos o aprofundamento e consequentemente a devida revitalização”, disse Charton.

“As indicações são uma ferramenta de trabalho para nós, que devemos levar ao conhecimento do Executivo as demandas da população. Estou muito contente em ver que nossas indicações têm sido atendidas, pois são serviços essenciais que uma vez executados melhoram a qualidade de vida da população”, destaca.

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Quem contra quem?

O PT tem candidato, Lula (ou quem Lula mandar).

Ciro Gomes é candidato pelo PDT, correndo na mesma faixa do escolhido de Lula (se Lula se lançar, Ciro pode se aliar a ele).

O PSDB oscila entre Alckmin, Serra e, apesar de tudo, Aécio; e pode lançar João Dória Jr., que subiu nas pesquisas pelo bom desempenho na Prefeitura de São Paulo.

Em qualquer caso, sai desunido, como sempre.   PSB e Rede, de Marina Silva, tentam convencer o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (lembra-se dele?) a entrar.

Sem Barbosa, a Rede lança Marina.

Há quem pense em Sérgio Moro. Há espaço para alguém sem passado político.

Há Jair Bolsonaro, PSC, crescendo: busca o voto de quem tem saudades do regime militar.

Por Carlos Brickmann

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domingo, 16 de julho de 2017

De pecados e de perdões - antes que seja noite

Por Marcos Pinto.

Há um longo abismo com portas abertas estigmatizando momentos agudos, ocultos por densa cortina de feição pecaminosa, cravando o peso de uma âncora no peito. O surto de laivos do pecado impõe o repensar de tantas lutas e lutos, que deixaram inconfundíveis pegadas no território do tempo. Não há como escapar das asas negras do infortúnio a gravitar sobre as paralelas do imutável.

Há como que um voraz embate entre a concretude do ingente pecado e o momento impondo sobre os pecadores uma noite que teima em se dilatar ao máximo.

Acumula-se, assim, a dimensão do sofrimento que proclama e reclama um perdão antecipado. Delineia-se um cansaço espiritual, como se o pensamento estivesse sentado na soleira do indubitável tempo.

No começo das tentações dos pecados da carne, assoma um silêncio farejando o céu das interrogações, arrastando ao mesmo tempo para o desabafo das confissões as pesadas sandálias dos mistérios dolorosos.

Arrastar pecados sem a certeza do perdão é como um calçar sandálias de chumbo e caminhar em transe merencório para a abissal profundeza do autoextermínio. Quando um sonho é grande demais e assume contornos de pecado, é preferível morrer com ele a deixar que ele morra sozinho, sem o bálsamo do perdão. Não raro, todo pecado traz consigo a gula por um perdão. Não existe perdão sem esquecimento.

De nada adianta simular perdão quando o coração e a mente estão regurgitando ódio e vindita. Nunca se deve implorar perdão utilizando-se de meias verdades que criam e condicionam direções. O singular gesto do perdão revela um misterioso e miraculoso estado do espírito, imerso em solene e sepulcral silêncio. Simulacros de perdões não podem e nem ser vistos e lembrados como verdade imperiosa.

Os pecadores sempre trazem a detestável ostentação do supérfluo a pequenez do espírito, a falta de escrúpulos acolitada por arrogância desmedida e deslavada. Há pecados prolongados e perdões retardados.

Quantas vezes deixamos que o orgulho se sobreponha sobre a necessidade do perdão. E quando aquele que deveria ter sido perdoado falece, o devedor do perdão deixa transparecer um arrependimento tardio e sem jeito.

Quando a alma é nobre o perdão revela foros de celeridade. Existem pecados involuntários e voluntariosos. Às vezes, cometemos pecados mortais sem a mínima preocupação com o merecimento do imprescindível perdão. Assombra-nos o pensamento em seus contornos imprecisos.

O pecado representa uma sombra, projetando os espectros da alma, esquálidos, esvoaçantes, como folhas secas ao sabor do vento. O perdão verdadeiro enfeita a árvore da vida.Perdoemos, pois, antes que seja noite.

Inté.

Marcos Pinto - é advogado, escritor e historiador.

Planalto libera R$ 1 bilhão a deputados e senadores

Folha de S. Paulo – Camila Mattoso e Ranier Bragon

O Planalto liberou nos últimos dois meses R$ 1 bilhão para projetos de emendas de parlamentares. O valor é 31% maior do que o mesmo período do ano passado, quando Michel Temer ocupava o cargo de presidente interino após afastamento de Dilma Rousseff.

Os pagamentos acontecem em meio à ofensiva de Temer contra as acusações que lhe foram feitas pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de corrupção passiva.

O levantamento foi feito pela Folha no "SIGA Brasil", sistema de informações do Orçamento federal.

A delação da JBS, que provocou a maior crise desta gestão, foi divulgada em maio. Em junho, o procurador-geral, Rodrigo Janot, apresentou denúncia contra Temer.

"Quem apoia, tem a verba", disse o deputado Lincoln Portela (PRB-MG), que apesar de ser de um partido governista, foi sacado da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) para dar lugar a um deputado com voto decidido para salvar o presidente.

"Desde [o governo] Sarney até Temer, quem está com o governo sempre tem oportunidades maiores neste contexto do que quem não está."

Todos os 594 deputados e senadores têm direito a apresentar, anualmente, emendas individuais e coletivas ao Orçamento. Em geral, os congressistas priorizam obras e investimentos em seus redutos eleitorais. Para o Orçamento de 2017, cada parlamentar apresentou, individualmente, até 25 emendas no valor total de R$ 15,3 milhões.

Apesar de as emendas terem formalmente o caráter "impositivo", ou seja, de execução obrigatória, a real liberação do dinheiro está sujeita a contingências políticas e administrativas.

A Folha ouviu parlamentares da oposição, que relataram não ter recebido dinheiro para as emendas. "São cenas explícitas de fisiologismo e cooptação, visando a sobrevivência de um governo moribundo. Só isso já daria mais uma denúncia de corrupção para caçá-lo", afirmou o oposicionista Ivan Valente (PSOL-SP).

OUTRO LADO

A reportagem enviou três perguntas ao presidente Michel Temer: se houve motivação política para os pagamentos, qual o motivo da concentração de liberação em meses mais delicados no Congresso e se havia algo a dizer sobre as acusações da oposição de fisiologismo.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o presidente Temer respondeu que "não há essa relação. O governo apenas executa o Orçamento quando há disponibilidade de caixa".

Colaborou GUSTAVO PATU, de São Paulo

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